E se a tão desejada imortalidade não fosse uma vantagem absoluta? No universo de “O Senhor dos Anéis”, do escritor e linguista J. R. R. Tolkien, os elfos vivem por séculos, investindo energia na manutenção do corpo, no aprendizado e em poucos descendentes. Uma estratégia de “vida lenta”, comum também na natureza.

Mas há um custo invisível: sua longa vida permite acumular conhecimento e cultura, mas também memórias, perdas e lutos. No fim, a imortalidade élfica é um paradoxo: o que garante seu sucesso como espécie também sustenta sua melancolia.

E você: viveria para sempre ou escolheria o tempo limitado?

Saiba mais na coluna mensal Ciência e Cultura pop, com Lucas Mascarenhas de Miranda, físico (Universidade Federal de Juiz de Fora) e divulgador de ciências no Canal Ciência Nerd.

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